Brusque, 22 de julho de 2017   |   03:07

Dr. Lima

Em pronunciamento durante a sessão ordinária da terça feira, 16, o vereador Sebastião Alexandre Isfer de Lima, o Dr. Lima (PSDB), falou sobre a ideia de envolver jovens brusquenses em torno de discussões políticas apartidárias. Ele mencionou a possibilidade de criação de uma escola de política: “Já falei com o vereador Rogério dos Santos (PSD), para a gente começar algum tipo de movimento que traga os jovens a amadurecer, discutir e nós criarmos uma geração de políticos embasados em princípios éticos e morais”, afirmou. “O conhecimento, transformado em sabedoria, irá fazer com que tenhamos os políticos que desejamos, para que eles possam fazer o trabalho que a população merece, fora de discussões político-partidárias e interesses escusos”, acrescentou o parlamentar.

Civismo

Num segundo momento, ele comentou a respeito da campanha que será lançada numa parceria entre a Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros e Guarda de Trânsito, com o tema “civismo”. “A cartilha já está em confecção e estamos programando a divulgação junto às escolas”, ressaltou Dr. Lima. Em 2016, disse, iniciativa semelhante alcançou nove mil crianças em 12 escolas.

HEM 

Por último, ele salientou que alguns médicos têm se movimentado em torno da reativação do Hospital Evangélico e Maternidade de Brusque (HEM): “Por mais que o hospital de Azambuja esteja tentando, ele não consegue absorver [a demanda] como gostaria, porque o volume de consumo de serviços de saúde em Brusque é muito grande”.

Em aparte, Celso Carlos Emydio da Silva, o Dr. Celso (DEM), frisou que o fechamento do HEM repercutiu inclusive nos postos de saúde, e fez um apelo: “Se [o HEM] abrir, que atenda pelo SUS, seja filantrópicos”. Por sua vez, Jean Pirola (PP) contou que já houve uma conversa entre o secretário municipal de saúde, Humberto Fornari, e o presidente da Associação dos Municípios do Médio Vale do Itajaí (Ammvi), José Luiz Colombi, o Nene, no sentido de viabilizar, junto aos administradores do HEM, uma parceria público-privada para a retomada do atendimento no hospital. “Quem sabe a Ammvi, que tem um consórcio de saúde, possa administrar em parceria com a Unimed”, sugeriu. Tal parceria, acredita Pirola, poderia inclusive propiciar a reabertura do pronto-atendimento pediátrico do HEM.

 “A nossa preocupação é com o efeito caótico que o fechamento do hospital evangélico trouxe para a cidade”, disse Dr, Lima, referindo-se à categoria dos médicos. Ao final, ele concluiu: “O Azambuja está funcionando quase que em regime de guerra, e num regime de guerra, você tenta salvar o mais grave, vai fazendo como pode. Nessas situações, os que não são atendidos, muitas vezes, morrem na fila”.

Repórter: Assessoria de Imprensa da Câmara de Brusque
Imagem: Divulgação


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