MATIAS KOHLER
Prefeito de Guabiruba participou ao vivo do JM
Chefe do executivo guabirubense falou sobre os problemas registrados na coleta de lixo e no abastecimento d'água do município
por Rafael Imhof 13/01/2020 às 10:24 Atualizado em 13/01/2020 às 12:13

O prefeito Matias Kohler participou ao vivo da edição desta segunda-feira (13/01) do Jornal da Manhã. Na oportunidade, tratou sobre os principais assuntos que norteiam sua gestão no início do ano e também respondeu as perguntas enviadas pelos ouvintes da Rádio Araguaia. 

A coleta do lixo tem motivado reclamações por parte dos moradores. Algo que o poder público tem conhecimento e busca soluções junto à empresa responsável pela coleta e do consórcio que regulamenta o processo. 

Matias Kohler explicou que o antigo itinerário foi levado ao conhecimento da nova empresa. Porém, o trajeto foi alterado. Isso causou, inicialmente, uma dificuldade em saber os horários de coleta em determinadas vias. 

Outra questão volta-se a falta de recolhimento em alguns pontos. O prefeito afirma que os funcionários são de outras cidades e não tem conhecimento de todos os locais. 

Com relação a coleta seletiva há também relatos de moradores que não receberam o ‘saco amarelo’ para o depósito do material separado. Nesse caso, segundo Matias Kohler, algumas questões devem ser levadas em consideração. Dentre elas, a retirada antecipada do saco por alguém que tenha passado no trecho ou, simplesmente, porque foi levado pelo vento. A orientação dada aos coletores é de que o material seja depositado na parte interna das residências.

Os problemas foram debatidos na última sexta-feira (10) e a expectativa do prefeito é de que as questões sejam resolvidas nos próximos dias. 

ABASTECIMENTO D’ÁGUA

A má qualidade d’água  é relatada quase que diariamente à imprensa e também aos órgãos públicos de Guabiruba. Quando assumiu a gestão do abastecimento, a prefeitura acreditava que os trâmites fossem mais rápidos e que o edital já lançado e com vencedor conhecido fosse, efetivamente, validado. 

Porém, sem a liberação do Tribunal de Contas do Estado (TCE), o processo segue paralisado há mais de um ano. Assim, de acordo com o prefeito, inviabiliza-se novos investimentos em captação e armazenamento que já apresentam limitações para a necessidade do município. 

Matias Kohler disse que a análise documental já passou por alguns conselheiros e que a definição dependerá da palavra final do pleno do conselho que volta a se reunir apenas em fevereiro. Matias afirmou que já foi ao Tribunal, em Florianópolis, por inúmeras vezes buscando uma definição para o caso. 

Independente de qual for a posição final do TCE/SC, segundo o prefeito,  a ideia é que ela seja colocada em prática o mais rápido possível para a efetiva concessão da nova empresa que irá atender os guabirubenses.

Nesse momento, a Atlantis opera o sistema em caráter emergencial, o que impossibilita investimentos. Diante do atual cenário, apenas manutenções são autorizadas. Algo que também afeta o poder público municipal. 

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