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Após derrota, Higo Magalhães exalta campanha e projeta reação na Taça Acesc

Agora, Brusque FC mira vaga na Copa do Brasil em confronto contra o Criciúma

Fonte: Imagem: Reprodução / Brusque FC

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O Brusque está fora da grande final do Catarinense 2026. Após vencer o jogo de ida por 1 a 0, o Quadricolor foi derrotado por 3 a 0 pela Chapecoense na Arena Condá neste domingo (22) e disputará a Taça Acesc. O resultado colocou o Verdão do Oeste na final contra o Barra e encerrou a invencibilidade do time brusquense, que somava nove jogos sem derrota no estadual.

A partida foi decisiva ainda no primeiro tempo, principalmente após a expulsão do zagueiro Ryan, do Brusque, fator apontado pelo técnico Higo Magalhães como determinante para o rumo do confronto. Segundo o treinador, o jogo estava equilibrado enquanto as equipes atuavam com o mesmo número de atletas em campo.

“A expulsão condiciona muita coisa. Enquanto estava 11 contra 11, a gente teve alguns momentos, criou situações e estava desafiando o adversário. Depois disso tivemos que empurrar o nosso time para trás”, avaliou.

Higo destacou que o gol sofrido nos acréscimos da primeira etapa teve impacto direto no desempenho da equipe na volta do intervalo. “A gente já pensava em terminar o primeiro tempo em 0 a 0, mas tomou o gol praticamente na última bola. Isso deu força ao adversário, ainda mais com um jogador a mais”, afirmou.

Na etapa final, a Chapecoense ampliou após vencer um duelo aéreo dentro da área, lance que o treinador evitou classificar como falha defensiva, mesmo com o Brusque atuando com três zagueiros. “Não foi falha. Foi ganho de duelo. O futebol é isso. Não podemos colocar o gol só na conta dos zagueiros. Foi uma disputa de espaço e o adversário foi feliz na finalização”, explicou.

O comandante também defendeu seus atletas ao ser questionado sobre aspectos psicológicos e erros individuais, reforçando que não costuma expor jogadores publicamente. “Eu nunca vou chegar aqui e colocar erro individual em alguém. Quando se perde, perde todo mundo. A equipe vinha em crescimento, com muita solidez, e enfrentou um grande adversário”, disse.

Para Higo, a superioridade numérica da Chapecoense e o contexto do jogo foram decisivos para o desfecho da semifinal. “Você pega uma equipe forte, jogando em casa, com um jogador a mais. Isso condiciona o jogo. Mesmo assim ainda tivemos chance de diminuir quando estava 2 a 0”, destacou.

O terceiro gol, segundo ele, ocorreu quando o Brusque já se lançava totalmente ao ataque em busca de levar a decisão para os pênaltis. “Tínhamos que arriscar tudo. Não adiantava perder de dois ou de três. Precisávamos do gol para tentar levar para os pênaltis”, completou.

Apesar da eliminação, o treinador valorizou a campanha do Quadricolor no estadual e reconheceu o mérito do adversário. “Tivemos humildade para reconhecer que vínhamos em uma boa batida, mas enfrentamos uma grande equipe. Hoje só passaria um”, afirmou.

Agora, o Brusque volta as atenções para a Taça Acesc, competição que vale vaga na Copa do Brasil. O adversário na semifinal será o Criciúma, descrito por Higo como mais um desafio de alto nível. “É um adversário forte, de nível Série B. Precisamos virar a chave porque ainda temos um objetivo importante na temporada”, finalizou.

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