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Bolsonaro tem sete doenças crônicas, diz laudo da Polícia Federal

PF recomenda instalação de apoios e acompanhamento nutricional e fisioterápico

Fonte: Reprodução/Redes Sociais

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Um laudo médico da Polícia Federal divulgado nesta sexta-feira (6) apontou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresenta sete doenças crônicas, segundo exames clínicos realizados durante sua detenção na Superintendência da PF em Brasília.

Apesar do quadro de saúde, o documento descarta a necessidade de internação hospitalar e afirma que o ambiente carcerário atual é compatível com os cuidados indicados.

Sinais neurológicos e risco de queda

De acordo com o laudo, Bolsonaro também apresentou sinais e sintomas neurológicos que aumentam o risco de novos episódios de queda — como o registrado no início de janeiro, quando o ex-presidente caiu dentro da cela e sofreu um traumatismo craniano leve.

A queda reforçou a necessidade de medidas preventivas e ajustes no espaço onde ele está detido, conhecido como “Papudinha”.

Quais são as doenças crônicas de Bolsonaro?

Segundo o relatório da PF, as doenças identificadas são:

  • Aderências (bridas) intra-abdominais
  • Hipertensão arterial sistêmica
  • Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS) grave
  • Obesidade clínica
  • Aterosclerose sistêmica
  • Doença do refluxo gastroesofágico
  • Queratose actínica

As condições requerem acompanhamento contínuo, mas não impedem a permanência em ambiente carcerário, conforme os médicos da corporação.

Medidas recomendadas pela Polícia Federal

Para garantir a segurança e o bem-estar do ex-presidente, a PF recomendou a instalação de grades de apoio em corredores e banheiros, além de uma campainha de emergência na cela.

Outras orientações incluem avaliação nutricional, fisioterapia e atividade física regular. Também foi reforçada a importância do uso contínuo de CPAP, aparelho utilizado para o tratamento da apneia do sono.

STF e próximos passos

Conforme determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), a defesa de Jair Bolsonaro e a Procuradoria-Geral da República (PGR) têm agora cinco dias para se manifestarem sobre o laudo médico da PF.

O relatório pode influenciar em eventuais decisões judiciais sobre o regime de detenção e possíveis adaptações do espaço prisional.

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