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Bombeiros de Brusque passam por treinamento sobre animais peçonhentos

Capacitação abordou captura segura, identificação de espécies e primeiros socorros

Fonte: Corpo de Bombeiros - Imagem: Divulgação

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O Corpo de Bombeiros de Brusque realizou, na manhã desta terça-feira (5), um treinamento voltado ao atendimento de ocorrências envolvendo animais peçonhentos. A capacitação foi conduzida pelo biólogo Guilherme Waldrigues e teve como foco ampliar a preparação das equipes para situações de risco envolvendo serpentes, aranhas, escorpiões e outros animais venenosos.

Durante o treinamento, os bombeiros receberam orientações sobre técnicas de manejo e captura segura, identificação das espécies mais comuns e procedimentos de primeiros socorros em casos de acidentes. O objetivo foi reforçar a segurança das equipes e também melhorar o atendimento prestado à população.

Acidentes

Conforme o Corpo de Bombeiros, os acidentes com animais peçonhentos costumam aumentar em períodos mais quentes e chuvosos, quando esses animais ficam mais ativos. Entre as principais espécies de interesse médico em Santa Catarina estão aranhas como a aranha-marrom e a armadeira, além de escorpiões, serpentes e lagartas do gênero Lonomia.

Os bombeiros alertam que muitos acidentes acontecem dentro das residências, especialmente em locais como armários, sapatos, atrás de móveis e áreas com acúmulo de entulho. Por isso, a orientação é manter quintais limpos, verificar roupas e calçados antes de utilizá-los e usar equipamentos de proteção em atividades rurais, jardinagem e manuseio de materiais de construção.

No caso das serpentes, o CBMSC destaca que a maior parte das picadas ocorre nos membros inferiores. A recomendação é utilizar botas ou perneiras durante trilhas, trabalhos agrícolas e atividades em áreas de mata.

O que fazer?

Já em casos de acidentes, as orientações incluem lavar o local com água e sabão, manter a vítima em repouso e procurar atendimento médico imediatamente. O Corpo de Bombeiros também recomenda, se possível, registrar foto do animal para auxiliar na identificação.

Entre as atitudes que devem ser evitadas estão fazer torniquetes, cortar o local da picada ou aplicar substâncias caseiras, como pó de café, folhas ou álcool.

Em caso de emergência, a população pode acionar o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193 ou buscar orientação junto ao Centro de Informação e Assistência Toxicológica de Santa Catarina (CIATox/SC).

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