O Dia do Disco, celebrado nesta segunda-feira (20/4), marca a importância de um dos formatos mais emblemáticos da história da música: o disco de vinil. A data homenageia o cantor e compositor brasileiro Ataulfo Alves, que faleceu em 20 de abril de 1969, e reforça o valor cultural e histórico das gravações musicais ao longo das décadas.
Muito antes da popularização das plataformas digitais, os discos foram os principais responsáveis por levar a música para dentro das casas. Desde os antigos discos de 78 rotações por minuto até os LPs (Long Play), o formato ajudou a consolidar carreiras e a difundir estilos musicais no Brasil e no mundo.
Apesar das mudanças tecnológicas, o vinil voltou a ganhar espaço nos últimos anos. Colecionadores, DJs e amantes da música valorizam não apenas a qualidade sonora, mas também a experiência proporcionada pelo formato físico, que inclui capas elaboradas, encartes e o ritual de colocar a agulha sobre o disco.
O Dia do Disco também é uma oportunidade para relembrar a evolução da indústria fonográfica e o impacto que ela teve na cultura. Grandes artistas tiveram suas obras eternizadas nesse formato, que atravessou gerações e segue presente, agora como item de valor afetivo e histórico.
Mesmo em tempos de streaming, o disco mantém seu lugar como símbolo de uma era e continua conquistando novos admiradores, reafirmando sua relevância no cenário musical contemporâneo.
Acervo da Rádio Araguaia
Um dos entusiastas pela manutenção da história viva do disco em Brusque é o radialista Saulo Tavares que revisita o acervo da emissora em busca de verdadeiras relíquias da música nacional e internacional.
Hoje, prestes a completar 80 anos de história, a ser comemorado em setembro, a Rádio Araguaia FM conta com milhares de discos em seu acervo. Acredita-se que, somando 78 rotações e discos de vinil, a emissora deve contar com, aproximadamente, oito mil cópias.
Momentos que são eternizados no Programa “Saudade de Uma Saudade” apresentados, tradicionalmente, nas manhãs de domingo.















