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Estragos causados pela chuva repercutem na Câmara de Guabiruba

Reprovação de requerimento sobre Parque Municipal também foi destacado

Fonte: Redação Araguaia - Imagens: Reprodução / Câmara de Guabiruba

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A sessão da Câmara Municipal de Guabiruba, realizada na terça-feira (7/4), foi marcada por cobranças relacionadas aos estragos provocados pelas fortes chuvas e por questionamentos sobre a gestão do Parque Municipal Vereador Érico Vicentini.

Na tribuna, a vereadora Eduarda Schweigert relatou que foi procurada por diversos moradores afetados pelos alagamentos, especialmente na região próxima à nova Estação de Tratamento de Água (ETA). Segundo ela, houve invasão da água do rio em proporções consideradas atípicas pelos moradores mais antigos.

A parlamentar informou que já acionou os órgãos responsáveis, mas defendeu a necessidade de um estudo técnico aprofundado para avaliar o comportamento do rio diante de chuvas intensas. Ela destacou que, apesar da ocorrência de grande volume de chuva em curto período, os danos foram significativos e exigem análise detalhada para evitar novos prejuízos.

Enfermagem

Eduarda também abordou a situação da saúde no município, após reunião com profissionais de enfermagem. Segundo ela, o encontro trouxe à tona dificuldades enfrentadas nas unidades básicas, como a falta de enfermeiros e a sobrecarga de atendimento. Em alguns casos, apenas técnicos estariam atuando para atender uma população de até 8 mil pessoas, cenário que, na avaliação da vereadora, exige medidas urgentes por parte da administração municipal.

Requerimento rejeitado

Outro tema levantado durante a sessão foi a reprovação do Requerimento nº 06/2026, assunto destacado pelo vereador Justavo Barroso e Silva. A proposta solicitava ao Executivo uma série de documentos e informações sobre a regularização, segurança e licenciamento ambiental do Parque Municipal.

Entre os itens solicitados estavam licenças ambientais, estudos técnicos, plano de manejo, laudos de segurança, regularização fundiária e autorizações relacionadas ao uso de recursos hídricos e introdução de espécies exóticas. O requerimento foi rejeitado por cinco votos a quatro.

Ao comentar o resultado obtido em sessão passada, o vereador afirmou que o pedido tinha como objetivo garantir transparência e segurança à população, reforçando que a função do Legislativo é fiscalizar. Ele também cobrou que representantes do Executivo prestem esclarecimentos públicos sobre a situação do parque, diante do interesse da comunidade.

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