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Manifestação em Florianópolis cobra punição por morte do Cão Orelha

Manifestantes pedem agilidade nas investigações e responsabilização dos envolvidos

Fonte: Reprodução/Redes Sociais

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Mais de cem manifestantes se reuniram na tarde desta quarta-feira (29), em frente ao Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC), em Florianópolis, para pedir justiça no caso do Cão Orelha. O animal foi morto na Praia Brava, no Norte da Ilha, em um caso que gerou indignação nacional.

Apesar da chuva, a mobilização contou com defensores da causa animal, moradores e apoiadores que exibiram cartazes com frases como “Justiça pelo Orelha” e “Chega de maus-tratos”. A principal reivindicação é que os adolescentes investigados sejam responsabilizados dentro da legislação vigente, com agilidade e transparência no processo.

Durante o protesto, os participantes destacaram a importância de medidas firmes por parte do Judiciário. O grupo também defendeu a criação de uma lei estadual mais rígida contra maus-tratos a animais e o desbloqueio de celulares e computadores dos adolescentes envolvidos.

O protesto foi organizado por voluntários da causa animal e contou com o apoio de pessoas comovidas com o caso. Para os manifestantes, a impunidade em crimes contra animais incentiva novos episódios de violência.

A morte do cão Orelha causou grande comoção nas redes sociais. Celebridades como a cantora Ana Castela, a modelo Gracyanne Barbosa e a ativista Luisa Mell se pronunciaram em defesa da causa. O deputado federal Nikolas Ferreira também comentou o caso.

Campanhas de adoção e denúncias de maus-tratos aumentaram após a repercussão. Em resposta à pressão popular, o governador Jorginho Mello (PL) sancionou a Política Estadual de Proteção e Reconhecimento do Cão e Gato Comunitário, que garante proteção a animais sem tutor definido.

Outros protestos em defesa do Cão Orelha estão sendo organizados. Em Florianópolis e Chapecó, novas manifestações devem acontecer nos próximos dias.

Cidades como São Paulo (SP), Curitiba (PR), Sorocaba (SP), Belo Horizonte (MG) e Porto Alegre (RS) também devem receber mobilizações. Na capital gaúcha, o ato está marcado para o dia 1º de fevereiro, às 10h, nos Arcos da Redenção.

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