Inovação
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Estudos indicam que a técnica do tricô surgiu no antigo Egito a partir do tecer de madeiras e ossos,...

por Assessoria de Imprensa 16/05/2018 às 00:00 Atualizado em 23/11/2018 às 16:01

Estudos indicam que a técnica do tricô surgiu no antigo Egito a partir do tecer de madeiras e ossos, mas séculos depois esta prática ganhou outros patamares, novos pontos, texturas e mercados que reservam cada vez mais um espaço cativo no universo da moda. Por estar em destaque, Santa Catarina passa a contar com o projeto “Tricô também é Moda”, realizado em parceria entre a Círculo S/A, referência nacional em produtos para trabalho manuais e a Unifebe, Centro Universitário de Brusque. Alunos da primeira fase do curso de Design de Moda participam de aulas que buscam evidenciar o tricô, mostrando tendências e inspirando a renovação desta técnica artesanal nas produções.

Em sala de aula, os alunos recebem noções gerais, materiais explicativos e atividades práticas para aprender mais sobre o tricô e desenvolver peças de vestuário. As práticas são realizadas todas as quartas-feiras com artesã especialista em tricô, que é parceira da Círculo S/A, empresa com mais de 80 anos de experiência do segmento. A empresa têxtil disponibiliza o material e também oferece o conteúdo desenvolvido no curso. “Nossa estratégia e propósito no mercado handmade é educar o consumidor, inserindo-o nesse novo cenário de renovação da moda, fazendo com que ele perceba o valor agregado em cada peça exclusiva desenvolvida em trabalhos artesanais. Acreditamos que um dos caminhos importantes para reforçarmos este conceito é junto às universidades, que contribuem com a visão acadêmica aliado ao nosso olhar de mercado”, pondera Osni de Oliveira Junior, diretor de Marketing da Círculo S/A.

Entre os principais objetivos do projeto é dar novo significado para o uso do tricô. A proposta é mostrar aos estudantes que, mais que uma técnica de artesanato, a prática também está voltada ao lifestyle. O coordenador do curso de Design de Moda da Unifebe, Rodrigo Zen, afirma que o contato com antigas heranças e práticas contemporâneas pode fazer com que os alunos desenvolvam um novo processo criativo e assim tragam novas vertentes ao mundo da moda tradicional. “A moda quando tem a possibilidade de ser mais autoral, que traz elementos tanto da indústria quanto do artesanal, tem muito mais valor agregado e muito mais significado”, acrescenta.

Para mergulhar na proposta, os estudantes também participam de estudos de campo, como uma visita técnica realizada à fábrica da Círculo S/A, onde os participantes conheceram produtos e entenderam de que forma a empresa está inserida no mercado da moda, contando com parcerias com grandes estilistas e grifes, como Samuel Cirnansck, Ronaldo Fraga, Colcci, o projeto Ponto Firme que desfilou nesta edição da São Paulo Fashion Week, entre outros.

O projeto “Tricô também é Moda” seguirá até a quarta fase quando será realizado um grande desfile que apresentará peças exclusivas produzidas ao longo do projeto pelos alunos.

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