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“O Samae vive momentos difíceis. Não há tratamento de esgoto em Brusque e esta é uma competência...

por Ideia Comunicação 16/05/2018 às 00:00 Atualizado em 23/11/2018 às 16:01

“O Samae vive momentos difíceis. Não há tratamento de esgoto em Brusque e esta é uma competência da prefeitura que, muito em breve, será nossa. Ainda vivemos a fase de projetos que precisam ser adaptados. É o caso da rede de manilhas, que não leva nada para lugar algum”, aponta o presidente do Samae, Roberto (Betinho) Bolognini. 

Entre as principais dificuldades enfrentadas pela autarquia está o abastecimento das regiões mais altas. Com a ocupação dos morros, a rede de água estoura com mais frequência devido à pressão acima da capacidade. Além disso, em horários de pico de consumo, é possível ser registrada a falta de água nestas localidades. “Hoje já fazemos o balanço hídrico: se sobra em uma região, procuramos bombear o excesso para outra. Cada vez estamos mais nivelados entre a produção e a demanda”, pontua o presidente do Samae. 

 Com um projeto que já tem viabilidade hídrica, a implantação da ETA no bairro Cristalina permite a projeção do abastecimento de água pelos próximos 30 anos. A obra vai beneficiar áreas deficitárias, reduzir custos de energia na adução de água tratada e reduzir, inclusive, o número de Estações, hoje constituídas nos bairros Limeira, Volta Grande, Dom Joaquim, Ribeirão do Mafra, Santa Luzia, Zantão e Bateas.

“Dependemos do rio e somos vulneráveis por conta das enchentes. A mudança climática, consequência do Efeito Estufa, nos faz esperar sempre por uma enchente pior e isso põe em risco o abastecimento de toda a cidade. A estratégia até então era de usar mananciais afastados, com água de qualidade. Mas essa solução é cara e ainda temos o compromisso com o meio-ambiente”, explica Betinho.

O vice-presidente da ACIBr, Ivan Luiz Tridapalli, presidiu a reunião de diretoria da entidade e classificou como positivo o encontro com o presidente do Samae. “A avaliação é positiva no que diz respeito ao futuro, já que hoje a situação ainda é preocupante, com a produção de água no limite do que é consumido. Queremos trazer o Betinho outras vezes aqui para falar também sobre saneamento básico e coleta de lixo”, avalia o vice-presidente da ACIBr. 

Assuntos: Comunidade
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