Saúde
Semana de Combate a Dengue tem ações em escolas, cemitérios e locais públicos
Atividades focaram em formar agentes multiplicadores, procurar por água parada e orientar a população
por Redação 30/11/2018 às 18:46 Atualizado em 30/11/2018 às 18:49

O combate ao mosquito Aedes Aegypti, ação que é desempenhada pelo Programa de Combate a Endemias da Secretaria de Saúde de Brusque, foi intensificado entre os dias 26 e 30 de novembro - na Semana de Mobilização contra a Dengue. 

As ações tiveram como foco a atuação em três frentes: mutirão de limpeza de vários cemitérios da cidade; orientação à população em pontos estratégicos; e uma programação especial no Centro de Educação Infantil (CEI) Noêmia Fialho I, no centro da cidade. 

A turma de 22 alunos da professora Valdete Rodrigues recebeu orientações sobre o  combate da proliferação do mosquito e, também, participou de atividades educativas e de formação de agentes multiplicadores. 

“Nós formamos 22 alunos como agentes mirins de combate ao Aedes Aegypti, um trabalho que começou em abril e teve seu encerramento agora, com a entrega de certificados. Além disso, os alunos realizaram visitas na vizinhança do CEI, acompanhados pelos agentes de endemias, para fiscalizar a situação sobre água parada”, comenta a coordenadora do programa de Combate a Endemias, Letícia Figueiredo.

A orientação à população em geral também foi intensificada em três pontos da cidade: na Praça da Cidadania, na Praça Barão de Schneeburg e nas imediações de dois shoppings lojistas na rodovia Antônio Heil. Nos locais, os técnicos distribuíram material educativo e orientaram a comunidade sobre o combate ao mosquito. 

Cemitérios

A fiscalização dos agentes de combate à dengue visitou sete cemitérios entre segunda e sexta-feira: Águas Claras, Dom Joaquim, Paquetá, Parque da Saudade, Nova Brasília, Santa Terezinha e Evangélico. 

Sempre procurando por vasos e outros objetos que podem reter água - espaço ideal para proliferação de mosquitos - os agentes atuaram no recolhimento e destinação correta desse material. Por ano, em média, três mutirões são realizadas em cada cemitério, visando identificar possíveis criadouros dos mosquitos. 

Letícia explica que mesmo com todo o trabalho de divulgação na sociedade, ainda é corriqueiro encontrar muitos recipientes que podem acumular água, inclusive os vasos com flores artificiais enrolados com plásticos. 

“Com a chegada do verão e do período com maior chuva, devemos redobrar a atenção e a fiscalização, evitando doenças como a dengue, febre amarela, zika vírus e chikungunya”, finaliza.

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