A Abertura do Ano Pastoral na Paróquia São Luís Gonzaga foi marcada pela reunião do Conselho Pastoral Paroquial, na noite de terça-feira, 4 de fevereiro. O encontro, conduzido pelo pároco, padre Hélio Feuser, reuniu lideranças da Matriz e das comunidades, no auditório paroquial.
“Terminamos 2025 realizando a nossa Assembleia Paroquial, quando propusemos diretrizes e prioridades. Por isso, hoje estamos revendo este planejamento e apresentando os novos coordenadores das comunidades, pastorais e movimentos. Este primeiro encontro é diferenciado pela oração, reflexão e, sobretudo, pela definição das diretrizes iniciais, que vão conduzir nossa caminhada”, explica padre Hélio.
De acordo com o pároco, a reunião também reforça o entendimento do sentido pastoral como prioridade na paróquia. “Muitas vezes, colocamos tempo e energia em projetos de construção e reforma, mas o que mantém as nossas comunidades vivas são as pastorais. São as pessoas que dão sentido à missão que buscamos priorizar”, detalha.
Ainda que o ano esteja apenas começando, para o calendário da Igreja as celebrações no primeiro semestre são intensas. “No dia 18 de fevereiro inicia o tempo da Quaresma e nós precisamos nos organizar. Cada comunidade, pastoral e movimento é convidado a fazer sua parte neste grande conjunto que forma a Paróquia São Luís Gonzaga”, afirma.
Inspiração para o serviço
Durante a assembleia, o vigário paroquial, padre Robson Rocha da Silva, conduziu a oração e um momento de reflexão sobre o serviço inspirado no Sagrado Coração de Jesus. “A pessoa batizada se torna filha de Deus e participa da vida divina, pois a graça batismal, vivida no Espírito Santo, fará frutificar todas as graças. Devemos ter consciência de que tudo é recebido de Deus, mesmo que muitos acreditem no mérito próprio. Como nos lembra São Tomás de Aquino: a soberba é o princípio de todos os pecados”, ensinou.
Padre Robson disse que o soberbo perde o sentido da verdade e da humildade. É alguém centraliza tudo, mente, dissimula e impõe sua opinião com teimosia. E, para fugir da soberba, o sacerdote recomendou reconhecer as próprias fraquezas e limitações, compreendendo que a graça vem de Deus e, sem isso, não se pode nada.
“O caminho da conversão e da humildade cristã católica tem o seu perfeito modelo em Jesus, que se fez servo, pobre e obediente até a morte. Quem serve, aprendeu a amar como Cristo”, revelou.
Para as novas lideranças, o vigário enalteceu a importância da oração. “Quem reza não se cansa. E toda liderança cristã nasce do encontro com Jesus e se expressa no serviço com humildade”.
Fonte: Assessoria de Imprensa – Ideia Comunicação















