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PIB catarinense cresce 2,6% em 12 meses aponta Boletim Trimestral

O boletim apresenta uma análise sobre os aspectos da economia brasileira que influenciaram no desempenho do PIB catarinense no primeiro trimestre deste ano

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O PIB de Santa Catarina cresceu 2,6% em 12 meses, encerrados em março deste ano. A estimativa está no Boletim Trimestral de Indicadores Econômico-Fiscais elaborado pela Secretaria de Estado do Planejamento (Spelan). A publicação ainda mostra que o PIB brasileiro cresceu 2,5% no mesmo período. 

:: O Boletim na íntegra está disponível neste link

O boletim apresenta uma análise sobre os aspectos da economia brasileira que influenciaram no desempenho do PIB catarinense no primeiro trimestre deste ano, apresentado com base nos mais recentes indicadores disponíveis. A estimativa do PIB é elaborada na perspectiva anual.

“Santa Catarina é um estado dinâmico que consegue se manter aquecido. O empreendedorismo e a inovação do nosso povo sempre se apresentam nesses bons resultados pra economia catarinense”, afirma o governador Jorginho Mello.  A indústria e o setor de serviços ajudam a explicar o incremento do PIB catarinense, mesmo num cenário de crescimento econômico mais moderado. Apesar do aumento acima da média nacional, houve uma desaceleração na comparação com o mesmo trimestre do ano passado, quando o crescimento no período foi de 3,7%.

O setor de serviços cresceu 4,2% nos últimos 12 meses até março. O aumento foi de 0,6% em março e foi o quinto mês consecutivo de crescimento na comparação com os respectivos meses anteriores. Em Santa Catarina, o volume de receitas do setor cresceu 8% em 2023, acima do desempenho em nível nacional, de 2,4%. Foi o terceiro ano consecutivo de crescimento robusto no estado, quando o setor atingiu recordes da série histórica.

“Santa Catarina segue apresentando uma dinâmica de crescimento econômico que é destacável. Há quase uma década o estado apresenta crescimento superior ao da média nacional, reflexo da cultura empreendedora e da força de trabalho de nossa gente e das políticas econômicas e fiscais responsáveis que o Governo adota. Esse resultado, somado a um mercado de trabalho aquecido e à recuperação do crescimento da indústria local, cada vez mais nos posiciona como uma referência nacional em desenvolvimento socioeconômico”, comentou o secretário de Planejamento, Edgard Usuy. 

Indústria

A indústria de transformação, após dois anos consecutivos de retração, acelerou o crescimento. O setor vem passando por uma recuperação da produção, iniciada no segundo semestre do ano passado. Cresceu 1,1% nos 12 meses encerrados em março, sob o mesmo período anterior. 

Os segmentos de maior aceleração neste período foram, respectivamente, produtos de madeira, minerais não-metálicos, máquinas e materiais elétricos (principalmente eletrodomésticos), fabricação de produtos alimentícios e fabricação de produtos têxteis. O segmento de máquinas e equipamentos já vinha crescendo e acelerou ainda mais entre dezembro e março. Também o metalúrgico e o automotivo tiveram uma melhora no desempenho produtivo neste período, ainda que continuem em retração.

E o setor de embalagens (borracha e material plástico) que já vinha com crescimento expressivo, acelerou ainda mais na esteira dos demais. Já o segmento de vestuário e acessórios, que vinha em forte retração, foi o único que teve piora no período.

O comércio exterior segue nas máximas históricas. As exportações catarinenses de 2023 registraram o segundo maior valor da série e ficaram 3,2% abaixo do recorde do ano anterior. E em 12 meses até abril de 2024 apresentam leve desaceleração. Já as importações voltaram a crescer e fecharam o primeiro quadrimestre com alta de 1,6% na mesma comparação.

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