Na sessão ordinária desta terça-feira, 14 de abril, o vereador Felipe Hort (Novo) utilizou a tribuna para levantar questionamentos sobre a estrutura da Casa Lar em Brusque, após a fuga de três adolescentes do local. Segundo ele, é necessário avaliar a viabilidade da manutenção do espaço diante do número atual de atendidos. “A gente possui apenas quatro internos na unidade e temos 12 funcionários trabalhando. Será que é viável a manutenção dessa instituição?”, indagou.
Hort é autor do Pedido de Informação nº 20/2026, apresentado para apurar dados detalhados sobre os custos do serviço. De acordo com o parlamentar, uma estimativa inicial aponta um gasto de R$ 25 mil mensais por menor acolhido, o que, na avaliação dele, justifica a análise de alternativas. “Essa é uma reflexão para identificar se o valor investido não seria melhor empregado em parcerias com a iniciativa privada”, apontou.
Marco Legal das Pessoas com Deficiência e Autismo
Na sequência, o vereador destacou a aprovação do Projeto de Lei Ordinária nº 17/2026, que consolida a legislação municipal voltada às pessoas com deficiência e ao transtorno do espectro autista (TEA). Batizado de “Marco Legal das Pessoas com Deficiência e Autismo”, o PL passou em segundo turno na reunião e seguiu para sanção do prefeito.
Idealizador da proposta, Hort explicou que a matéria reúne cerca de 25 leis em um único texto, com o objetivo de facilitar o acesso às informações e fortalecer a garantia de direitos. “Mais importante do que fazer leis é concentrá-las e efetivamente garantir os direitos”, argumentou.
Por fim, ele convidou a comunidade para um evento de apresentação pública do projeto, no dia 30 de abril, a partir das 13h30, no auditório da Uniasselvi. O momento deve reunir profissionais da Educação, representantes do poder público e de entidades para debater a aplicação das políticas públicas na área.
Assista ao pronunciamento de Felipe Hort na íntegra: https://youtu.be/-JNCjBeJYQc
Texto: Talita Garcia/Câmara Municipal de Brusque.















