Uma criança de 2 anos foi encaminhada ao hospital após ser encontrada com hematomas em uma residência no Centro de Capivari de Baixo, no Sul de Santa Catarina. O atendimento ocorreu na tarde desta quinta-feira (20), e a situação foi registrada como suspeita de agressão.
O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 17h43. No imóvel, os socorristas encontraram o menino dentro de um berço. Ele estava consciente, porém apresentava sonolência.
Durante a avaliação, a equipe identificou hematomas na testa, no pescoço e nas coxas. Após os primeiros atendimentos, a criança foi levada ao Hospital Nossa Senhora da Conceição, em Tubarão, para avaliação médica.
Criança não se comunica pela fala
De acordo com as informações divulgadas sobre a ocorrência, o menino tem diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA) e não se comunica pela fala.
Até a última atualização disponível, não havia informações sobre o estado de saúde da criança após a chegada ao hospital. Também não foi divulgado se houve necessidade de internação ou de outros procedimentos médicos.
Polícia Militar e Conselho Tutelar acompanharam o caso
Quando os bombeiros chegaram à residência, a Polícia Militar já estava no local. Representantes do Conselho Tutelar também acompanharam o atendimento e o deslocamento da criança até Tubarão.
As informações disponíveis até o momento não esclarecem como os hematomas foram provocados ou se houve participação de terceiros. Por isso, apesar do registro de suspeita de agressão, não há confirmação oficial sobre as circunstâncias que provocaram os ferimentos.
Também não foram divulgadas informações sobre quem estava na residência no momento da ocorrência.
Circunstâncias deverão ser esclarecidas
O caso deverá ser apurado pelas autoridades para esclarecer a origem das marcas encontradas no menino e as circunstâncias em que os ferimentos ocorreram.
Até a última informação disponível, não havia confirmação de responsável pelas lesões. Também não foi informado se alguém foi conduzido à delegacia ou preso em decorrência da ocorrência.
O atendimento mobilizou Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e Conselho Tutelar.















