O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou em sua rede social que o líder supremo do Irã, Ali Khamenei, morreu em decorrência dos ataques conjuntos realizados pelos Estados Unidos e por Israel neste sábado (28).
Segundo Trump, Khamenei, que tinha 86 anos e comandava o país há quase quatro décadas, foi alvo direto da operação. Ele o definiu como “uma das pessoas mais malignas da história”. O ministro de Relações Exteriores do Irã, no entanto, não confirma a morte.
Bombardeios deixaram mais de 200 mortos
Os bombardeios contra o Irã começaram ao amanhecer. De acordo com a imprensa iraniana, com base em informações da rede humanitária Crescente Vermelho, a ação deixou 201 mortos e 747 feridos.
Uma nuvem de fumaça escura saindo do complexo onde Khamenei vivia, em Teerã, foi registrada por satélite.
Caso confirmada, a morte representaria o primeiro chefe de Estado no poder assassinado em uma operação comandada por Washington na história.
Declarações de Trump
Em publicação, Trump afirmou que a morte de Khamenei seria “Justiça para o povo do Irã” e também para americanos e cidadãos de outros países que, segundo ele, teriam sido mortos ou mutilados por ordem do líder iraniano.
O presidente declarou ainda que a operação contou com inteligência e sistemas de rastreamento sofisticados e que foi realizada em cooperação com Israel. Segundo ele, outros líderes também teriam sido mortos na ação.
Trump afirmou que membros da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), das Forças Armadas e das forças de segurança iranianas estariam buscando imunidade. Ele disse que os bombardeios “continuarão, sem interrupções, ao longo da semana, ou pelo tempo necessário” para alcançar o que chamou de objetivo de paz no Oriente Médio e no mundo.
Brasil manifesta preocupação
O governo do Brasil condenou os bombardeios realizados pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã. Em nota, o país expressou grave preocupação com a escalada do conflito.
O posicionamento reforça que as negociações são o único caminho viável para a paz, postura tradicionalmente defendida pelo Brasil em relação à região.
A situação segue em desenvolvimento e pode gerar novos desdobramentos diplomáticos e militares nos próximos dias.
















