Encerrada a Copa do Mundo de 2026, a Fifa divulgou números que consolidam o torneio como o maior da história da competição em diversos aspectos.
A edição disputada nos Estados Unidos, México e Canadá registrou 99,7% de ocupação dos estádios, com mais de 6,5 milhões de torcedores presentes ao longo dos jogos. Segundo a organização, o público superou o registrado nas duas últimas Copas do Mundo somadas.
A final entre Espanha e Argentina reuniu 80.633 espectadores no estádio, enquanto as transmissões alcançaram mais de 1,5 bilhão de pessoas em todo o mundo. Nas fan fests promovidas pela Fifa, cerca de 8 milhões de torcedores acompanharam o Mundial durante os 40 dias de competição.
O torneio também estabeleceu um recorde financeiro. Com a primeira utilização da precificação dinâmica dos ingressos e a expansão para 48 seleções participantes, a Fifa arrecadou aproximadamente US$ 15 bilhões, o equivalente a cerca de R$ 76,6 bilhões, tornando esta a Copa do Mundo mais lucrativa da história da entidade.
Na área da segurança, as autoridades norte-americanas informaram que não houve registros de ataques criminosos de grande porte durante a competição. Cerca de 5 mil agentes atuaram na operação de segurança e mais de 700 drones que invadiram áreas restritas próximas aos estádios foram interceptados pelas equipes responsáveis, sem colocar torcedores em risco.
Além dos recordes de público, audiência e arrecadação, a Copa do Mundo de 2026 também entrou para a história por ser a primeira disputada com 48 seleções e organizada simultaneamente por três países: Estados Unidos, México e Canadá.













