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Eleições em Brusque têm tumulto, suspeita de violação do sigilo do voto e furto de celular

Polícia Militar atendeu três ocorrências em seções eleitorais dos bairros Águas Claras, Planalto e Azambuja neste domingo (25)

Fonte: Imagem: Reproduzida por IA

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Três ocorrências mobilizaram a Polícia Militar em locais de votação de Brusque durante a manhã deste domingo (25), segundo turno das Eleições 2026. Os registros envolveram suspeitas de violação do sigilo do voto, tumulto em seção eleitoral e o furto de um aparelho celular pertencente a uma mesária.

As situações foram registradas nos bairros Águas Claras, Planalto e Azambuja, entre 8h10 e 9h52. Em um dos casos, um homem foi preso após ser identificado como responsável por pegar o celular de uma mesária. Nas outras duas ocorrências, eleitores foram flagrados, segundo os relatos policiais, fotografando ou filmando urnas eletrônicas com aparelhos escondidos.

Eleitor foge após ser flagrado com segundo celular em Águas Claras

A primeira ocorrência foi registrada por volta das 8h10, em uma seção eleitoral localizada no bairro Águas Claras.

De acordo com a Polícia Militar, um homem de 40 anos deixou seu aparelho celular no local indicado pelos mesários antes de entrar na cabine de votação. No entanto, durante o voto, foi percebido que ele estaria utilizando um segundo celular, que mantinha escondido no bolso, para fotografar ou filmar a urna eletrônica.

Ao ser abordado e advertido de que a conduta era proibida, o eleitor saiu correndo do local.

A ocorrência foi registrada como violação ou tentativa de violação do sigilo do voto, prevista no artigo 312 do Código Eleitoral. O relatório não informa se o homem foi localizado posteriormente.

Homem é preso após furtar celular de mesária no Planalto

Pouco depois, por volta das 9h48, a Polícia Militar foi acionada para atender uma ocorrência de furto em uma seção eleitoral no bairro Planalto.

Conforme o relato, uma mesária teve seu aparelho celular levado por um homem enquanto o objeto estava sobre uma cadeira.

Com auxílio de imagens das câmeras de monitoramento, os policiais iniciaram buscas para identificar e localizar o suspeito. Durante as diligências, conseguiram identificar um possível endereço do envolvido.

Ao se deslocarem até o local, os militares encontraram um homem de 40 anos caminhando em via pública, com características semelhantes às do suspeito registrado pelas câmeras.

Durante a abordagem, ele confirmou ter pegado o aparelho, alegando que havia encontrado o celular sobre uma cadeira e acreditado se tratar de um objeto perdido.

O homem também relatou que havia retirado o chip e pretendia formatar o telefone.

Na sequência, os policiais localizaram o aparelho no interior de um Ford Ka estacionado na via pública. O celular estava sem o chip.

Diante dos fatos, o homem recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil, juntamente com o aparelho recuperado, para os procedimentos legais.

Eleitora provoca tumulto após ser advertida em Azambuja

A terceira ocorrência aconteceu por volta das 9h52, em uma seção eleitoral do bairro Azambuja, também relacionada à suspeita de violação do sigilo do voto.

Segundo a Polícia Militar, uma mulher de 26 anos deixou seu celular no espaço reservado antes de votar. Entretanto, foi percebido que ela estaria utilizando outro aparelho, escondido no bolso, para fotografar ou filmar a urna eletrônica.

Ao ser advertida pelos mesários de que a atitude poderia configurar crime eleitoral, a mulher teria reagido de maneira agressiva, provocando tumulto dentro da seção.

Conforme o relatório policial, ela derrubou cadeiras, dirigiu palavras ofensivas aos mesários e tentou recuperar seus documentos à força para deixar o local antes que fossem tomadas providências.

Ainda segundo a PM, antes do episódio, a eleitora já havia demonstrado insatisfação com a prioridade concedida às pessoas mais velhas na fila de votação. Ela teria questionado o atendimento preferencial, argumentando que todos deveriam aguardar a vez.

A ocorrência também foi registrada com base no artigo 312 do Código Eleitoral. O relatório não detalha se a mulher foi conduzida à delegacia.

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