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Fundação Cultural contrata projeto para requalificar Museu Ilse Teske

Investimento de cerca de R$ 190 mil busca valorizar a história do espaço e prepará-lo para receber visitantes

Fonte: Divulgação

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A Fundação Cultural de Brusque avançou em mais uma etapa para a valorização e qualificação do Museu Internacional das Esculturas Ilse Teske. A instituição assinou contrato com a Biosphera Consultoria e Empreendimentos Ambientais Ltda. para a elaboração do Plano de Requalificação e Revitalização do Museu, acompanhado de Projeto Executivo. A empresa foi responsável pelo desenvolvimento do projeto original do Parque das Esculturas, no início dos anos 2000.

O contrato tem investimento de R$ 197.960,00 com vigência de 12 meses. O trabalho tem como objetivo adequar as características já existentes do espaço e estabelecer as soluções técnicas necessárias para orientar uma futura intervenção de requalificação do Museu.

O acervo atual do Museu é formado por obras ligadas aos Simpósios Internacionais de Esculturas realizados em Brusque entre 2001 e 2007, que reuniram artistas brasileiros e estrangeiros e resultaram na produção de um importante conjunto de esculturas. Parte das obras permanece concentrada no espaço, enquanto outras estão distribuídas por diferentes locais do município.

Com uma área de aproximadamente 23 mil metros quadrados, o espaço constitui um dos mais singulares equipamentos culturais de Brusque, articulando arte, paisagem, patrimônio e memória.

Para o diretor-geral da Fundação Cultural de Brusque, Igor Balbinot, a contratação representa um momento estratégico para o futuro do Museu. “Antes de pensar na execução de uma grande intervenção, precisamos ter um planejamento técnico sólido, que compreenda o espaço, o acervo e suas características. Queremos que o Museu seja cada vez mais um espaço de preservação, pesquisa, educação, turismo cultural e fruição artística”, destaca.

Nos últimos anos, a Fundação vem desenvolvendo ações voltadas à manutenção do espaço e à conservação preventiva das esculturas, buscando estabelecer condições mais adequadas para a preservação do acervo. “Temos um acervo de grande relevância e uma área com características únicas. A requalificação precisa respeitar essa história e, ao mesmo tempo, preparar o espaço para receber melhor a comunidade e os visitantes”, finaliza o diretor-geral.

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