Publicidade

Suspeito mata agente de saúde em SC por não gostar das visitas mensais, diz polícia

Mulher de 61 anos foi morta a tiros em Guaraciaba

Fonte: Ilustração

Publicidade

A insatisfação com as visitas domiciliares realizadas por uma agente comunitária de saúde teria motivado o assassinato de Marlei Ferrari, de 61 anos, na manhã de quarta-feira (4), no interior de Guaraciaba, no Oeste de Santa Catarina. A profissional foi atingida por diversos disparos de uma espingarda de pressão enquanto trabalhava e morreu no local.

O crime aconteceu por volta das 8h, na comunidade de Linha Guatapará Alto. Conforme a Polícia Civil, a agente de saúde realizava suas atividades profissionais e havia se deslocado até a residência de um homem de 42 anos quando foi atacada.

A vítima foi atingida por disparos de uma espingarda de pressão de ar comprimido, calibre 6,35 milímetros. Ela não resistiu aos ferimentos.

Suspeito foi preso após fugir de motocicleta

Após o crime, o homem deixou a residência em uma motocicleta. Ele foi localizado e abordado pela Polícia Militar na BR-163, nas proximidades do imóvel.

Durante a abordagem, o suspeito admitiu ter efetuado os disparos contra a agente comunitária de saúde. A arma apontada como instrumento do crime foi apreendida, juntamente com um carregador e munições.

Segundo o delegado Eric Rosada, o investigado afirmou que estava insatisfeito com as visitas mensais realizadas pela profissional.

A Polícia Civil informou que, até o momento, não foram identificados elementos que indiquem motivação relacionada à condição de mulher da vítima ou a um contexto de violência doméstica ou familiar.

Polícia investiga circunstâncias do assassinato

O homem foi preso em flagrante por homicídio doloso qualificado por motivo fútil e pelo uso de recurso que dificultou a defesa da vítima.

A Polícia Civil solicitou à Justiça a conversão da prisão em flagrante em preventiva.

Durante a investigação, também foram levantadas informações sobre um histórico de problemas de saúde mental e episódios de comportamento agressivo do suspeito. No entanto, conforme a polícia, ainda não existe laudo técnico que determine suas condições psíquicas no momento do crime.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil.

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Publicidade

DESTAQUES

Fale Conosco

plugins premium WordPress

Utilizamos cookies para lhe proporcionar a melhor experiência no nosso portal. Conheça nossa Política de privacidade ou clique em continuar no botão ao lado.