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Anvisa proíbe venda de suplementos alimentares por irregularidades; veja quais

Determinação aconteceu nesta segunda-feira (17)

Fonte: Gerada por IA

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou nesta segunda-feira, 17, a proibição e a apreensão de produtos irregulares comercializados no país. Entre as medidas está a retirada do mercado de um suplemento no qual foram identificadas sibutramina, fluoxetina e furosemida, substâncias que não apareciam no rótulo.

O produto é o Suplemento Alimentar Newfit, de responsabilidade da empresa RBB Top New. Análises realizadas pelo Laboratório de Química da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) detectaram a presença das três substâncias ativas.

Diante do resultado, a Anvisa determinou a apreensão do suplemento, além de proibir a fabricação, comercialização, distribuição, divulgação e utilização do produto.

Mounja Gummy também deve ser retirado do mercado

Outra determinação envolve o Mounja Gummy, fabricado pela Bela Blue Beauty Ltda. Conforme a Anvisa, o produto não possui registro, notificação ou cadastro junto à agência.

Por causa da irregularidade, o Mounja Gummy deve ser apreendido e não poderá ser fabricado, comercializado, distribuído, importado ou divulgado.

As determinações fazem parte da Resolução 3.242/2026.

Anvisa identifica lote falsificado de medicamento

As medidas anunciadas nesta segunda-feira também atingem o medicamento Trodelvy. A agência determinou a apreensão do lote 10008808.

A Gilead Sciences Farmacêutica do Brasil Ltda., responsável pelo registro do medicamento, informou que desconhece o lote. Diante disso, ele foi classificado como falsificado.

Todos os suplementos da Shark Pro são recolhidos

A Anvisa determinou ainda o recolhimento de todos os suplementos alimentares da marca Shark Pro, fabricados pela RCA Labs Ltda.

A decisão ocorreu após uma inspeção da Vigilância Sanitária de Capivari, em São Paulo, identificar falhas graves nas Boas Práticas de Fabricação.

Entre os problemas constatados estão a falta de controle de qualidade das matérias-primas, armazenamento inadequado e ausência de registros de manutenção preventiva dos equipamentos.

A fiscalização também identificou falta de estudos de estabilidade dos suplementos e ausência de regularização, por meio de notificação, de alguns produtos.

Com a decisão da Anvisa, os suplementos da Shark Pro atingidos pela medida não podem ser fabricados, distribuídos, divulgados ou utilizados.

Até a publicação desta matéria as empresas não haviam se manifestado da decisão.

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