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Condenado por tráfico é preso após mais de 10 anos usando identidade falsa e dando aulas em SC

A localização do foragido foi possível após um trabalho de investigação e levantamento de informações.

Fonte: PCSC/ Divulgação

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Um homem de 47 anos foi preso na tarde desta quarta-feira (22), em Blumenau, após ser localizado pela Polícia Civil vivendo há mais de dez anos com uma identidade falsa. Condenado a mais de 20 anos de prisão por tráfico de drogas, organização criminosa e comércio ilegal de arma de fogo, ele atuava como professor de jiu-jítsu em cidades do Vale do Itajaí.

A prisão foi realizada por equipes do Departamento de Investigações Criminais (DIC) de Blumenau, com apoio do Núcleo de Inteligência da 3ª Delegacia Regional de Polícia (NINT) e da Diretoria de Inteligência da Polícia Civil (DINT). A localização do foragido foi possível após um trabalho de investigação e levantamento de informações.

Identidade falsa era usada desde 2013

Segundo a Polícia Civil, o homem passou a utilizar um nome falso em 2013, depois de uma operação policial realizada em Araquari que resultou em sua condenação pelos crimes de tráfico de drogas, organização criminosa e comércio ilegal de arma de fogo.

Desde então, ele teria construído uma nova identidade, utilizando o nome de uma pessoa inexistente para evitar ser reconhecido pelas autoridades. Conforme as investigações, o condenado passou a residir em Blumenau, onde dava aulas de jiu-jítsu. Ele também atuava em academias e projetos nas cidades de Pomerode e Gaspar.

Os policiais apuraram ainda que, desde 2022, ele liderava uma equipe de jiu-jítsu que utilizava o nome da identidade falsa adotada por ele.

Mandado cumprido em Blumenau

O homem foi localizado em uma residência no bairro Testo Salto, em Blumenau. Durante a abordagem, ele não apresentou resistência e confirmou aos policiais que utilizava um nome falso.

Após os procedimentos na delegacia, o condenado foi encaminhado ao Presídio Regional de Blumenau, onde permanecerá à disposição da Justiça para cumprir a pena de 20 anos e um mês de reclusão.

De acordo com a Polícia Civil, o preso é natural de Santa Catarina.

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