O IMAS/Imigrantes Hospital e Maternidade de Brusque recebeu, na manhã desta terça-feira (1º), sua primeira turma de Residência Médica. A aula inaugural aconteceu no auditório da instituição e marcou o início de uma nova etapa na história do hospital, que passa a atuar também como espaço de ensino, formação profissional e desenvolvimento científico.
A turma é formada por sete médicos: dois residentes em Anestesiologia, três em Pediatria e dois em Ortopedia e Traumatologia. Os programas terão duração de três anos e carga horária de até 60 horas semanais, conforme as normas da Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM).
A Residência Médica é uma modalidade de pós-graduação destinada a médicos e caracterizada pelo treinamento em serviço. Durante o período de formação, os profissionais participarão de atendimentos, internações, procedimentos e cirurgias, sempre sob a supervisão de especialistas e preceptores.
Seleção teve 32 candidatos
O processo para formar a primeira turma começou em junho, com a publicação do edital. Ao todo, 32 candidatos tiveram as inscrições homologadas.
A seleção foi dividida em três etapas: prova objetiva, avaliação curricular e entrevista. A prova ocorreu em 8 de agosto, na Uniasselvi, em Brusque. Após a conclusão das demais fases e a divulgação do resultado, sete médicos foram convocados.
As especialidades de Anestesiologia, Pediatria e Ortopedia e Traumatologia foram escolhidas por já contarem com serviços estruturados no hospital, além de oferecerem campo de prática e possuírem relevância para o atendimento da população regional.
Marco para a instituição
Segundo o coordenador da Comissão de Residência Médica (Coreme), médico Fernão Otávio de Araújo, a implantação dos programas é resultado de um projeto que exigiu organização institucional, estrutura assistencial, corpo clínico qualificado e formação de preceptores.
Para o diretor do IMAS/Imigrantes, Mário Kaoru, a chegada dos residentes amplia a atuação do hospital e reforça o compromisso da instituição com o atendimento humanizado e a formação de novos especialistas.
Aparecida Bueno, enfermeira coordenadora do núcleo de educação permanente, representando a COREME, também destaca a importância da formação:















