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Alunos da escola Cedro Alto recebem oficina sobre capulanas e contação de história

Atividade faz parte do projeto Crespos e Negritude, contemplado pela Lei Paulo Gustavo

Fonte: Divulgação/Secom

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Um dia especial para os alunos da Escola de Ensino Fundamental Cedro Alto, eles receberam um oficina cultural com temas africanos. A ação é parte do projeto Crespos e Negritude. O encontro reuniu cerca de 25 alunos que participaram de uma contação de história e conheceram um pouco sobre as capulanas. 

O professor Felipe Sales Salim falou sobre a atividade realizada. “Foi muito bom, as crianças adoraram, ele é bem inclusivo, todos puderam participar, todos eles tentaram fazer o turbante um nos outros, foi bem legal, e a parte mais legal é que as crianças puderam ouvir e ver que todos os tipos de cabelo são bonitos, independente de como ele seja, isso ajuda bastante na aceitação do próprio corpo, ver que o seu cabelo, independente de como ele seja, é bonito de toda forma,” disse.

Sales destacou o quanto projeto ajuda no respeito. “Nessa faixa etária, que é de 9, 10 anos, pode acontecer de haver bastante bullying e algumas crianças acabam se achando feias por conta da brincadeira, mas o projeto veio para mostrar para eles que todos eles são bonitos, cada um da sua forma. E foi muito legal. Todos eles adoraram,” destacou. 

Oficina Crespos e Negritude não é apenas uma série de atividades, mas uma jornada de descoberta e valorização das raízes africanas e afro-brasileiras. Desde os pequeninos até os educadores, todos aprendem a cuidar do cabelo crespo, abraçando a beleza natural e combatendo preconceitos. Além disso, a partir de desenhos em tecidos que remetem à África são contadas histórias que possibilitam às crianças aprender mais sobre inclusão e diversidade. Com tecidos coloridos e cheios de desenhos, os jovens alunos tiveram um aprendizado sobre a cultura africana e educação antiracista.

Capulana 

A capulana é mais que um pedaço de tecido colorido, ela é carregada de história, que gera encanto e curiosidade por onde passa, surgiu no continente asiático e, por meio das trocas comerciais, chegou a Moçambique. Ela tradicionalmente é usada pelas mulheres para cingir o corpo, e por vezes a cabeça, fazendo também de saia, podendo ainda cobrir o tronco.

O projeto foi contemplado pela Lei Paulo Gustavo do Governo Federal, Ministério da Cultura, e viabilizado pela Prefeitura de Brusque, por meio da Fundação Cultural de Brusque.

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