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Marlina ecoa reivindicações do movimento grevista da rede pública estadual de Educação

Vereadora destacou que professores não recebem reajuste salarial desde 2021: “Estamos falando de precarização econômica, de empobrecimento”

Fonte: Aline Bortoluzzi/Imprensa Câmara Brusque

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Na sessão ordinária desta terça-feira, 23 abril, a vereadora Marlina Oliveira (PT) falou sobre a greve deflagrada por professores da rede pública estadual de ensino. A categoria reivindica, dentre outros, um novo concurso público, reajuste salarial e garantia da hora-atividade. “Desde 2021, eles têm enfrentado uma luta no que diz respeito à valorização”, disse a parlamentar. “Já tivemos troca de governo [em 2023], um ano de mandato e compromissos assumidos em campanha, no entanto, desde 2021 que professores e profissionais da rede não recebem nenhum tipo de reajuste salarial. Estamos falando de precarização econômica, do empobrecimento desses trabalhadores”, criticou.

“Na rede municipal, a gente faz nossos tensionamentos e vem avançando. A rede federal também está fazendo um tensionamento, e estamos cobrando, na mesa de negociações, que atendam os professores”, comparou.     

Ela enfatizou, ainda, um pleito relacionado ao Plano de Carreira dos profissionais da Educação estadual: “Tem professor que estuda, que se especializa, faz pós-graduação, mestrado, doutorado. Ele pode ter cinco, dez, 15 anos de carreira, mas, em Santa Catarina, vai ganhar exatamente igual a quem iniciou na profissão hoje”. 

Outro ponto levantado pela parlamentar foi o programa Universidade Gratuita, lançado por Jorginho Mello. Para ela, o governador cumpre uma promessa de campanha “às custas de deixar o Magistério Básico à míngua”, sem valorização profissional e com infraestrutura precarizada. “O estado não tem a responsabilidade de financiar a Educação Superior”, lembrou.

Por fim, Marlina procurou sensibilizar os demais vereadores a se envolverem com as pautas do movimento grevista e estarem atentos para garantir “que nenhum profissional da Educação ou servidor venha a sofrer qualquer tipo de coação por estar usufruindo do direito à greve”.

Assista ao pronunciamento de Marlina na íntegra:

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